A relativização dos massacres de Cunhaú e Uruaçu pela historiografia crítica

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João Paulo Bezerril Nogueira Ferreira
Edu Silvestre de Albuquerque

Resumo

O texto examina as interpretações dos massacres de Cunhaú e Uruaçu (1645), no Rio Grande do Norte, pela historiografia crítica do século XX, que os reinterpreta como atos inseridos no conflito colonial entre holandeses e portugueses, enfatizando motivações políticas e econômicas e minimizando o aspecto religioso. O artigo discute essas perspectivas, relembrando os episódios de violência e barbárie contra fiéis católicos perpetrados por forças comandadas por calvinistas holandeses. Por fim, mostra como a devoção popular levou à canonização dos mártires em 2017, consolidando sua memória como um pilar da identidade cultural e religiosa local.

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Seção

Artigos

Biografia do Autor

João Paulo Bezerril Nogueira Ferreira, UFRN

Acadêmico do Curso de Licenciatura em Geografia da UFRN.

Como Citar

FERREIRA, João Paulo Bezerril Nogueira; ALBUQUERQUE, Edu Silvestre de. A relativização dos massacres de Cunhaú e Uruaçu pela historiografia crítica. Revista Ocidente, [S. l.], v. 1, n. 2, p. 1–18, 2025. DOI: 10.65572/ro.v1i2.10. Disponível em: https://revistaocidente.com/index.php/revistaocidente/article/view/10. Acesso em: 2 jun. 2026.